Introdução a redes Cisco
Guia de Configuração

Como instalar e configurar roteadores e switches Cisco
Primeira Edição
Maio/2006
Por: Flávio Eduardo de Andrade Gonçalves
flaviogoncalves@msn.com
Basicamente você pode usar e copiar desde que não faça uso comercial, não altere e reconheça a autoria. Para ver um texto mais preciso sobre a licença veja o parágrafo seguinte.
Este trabalho é licenciado sobre a licença “Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 2.5 Brazil”. Para ver uma cópia desta licença visite: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/br/deed.pt ou envie uma carta para Creative Commons, 543 Howard Street, 5th Floor, San Francisco, California, 94105, USA. Você também pode ver a licença traduzida no final do eBook. .
Este eBook foi criado a partir de um material de treinamento que foi ministrado para algumas grandes companhias do país. Consumiu dezenas senão centenas de horas de trabalho. Os cursos Cisco em grande parte migraram para o Cisco Networking Academy o que fez com que acabássemos usando cada vez menos este material. Quando surgiu o sistema Creative Commons Licence, me interessei em disponibilizar gratuitamente, pois pode interessar a inúmeros leitores e me permite reter os direitos autorais. O curso abrange os principais tópicos de introdução à configuração de switches e roteadores Cisco.
O autor, Flávio Eduardo de Andrade Gonçalves é nascido em janeiro de 1966 na cidade de Poços de Caldas – MG, formou-se pela Universidade Federal de Santa Catarina como engenheiro mecânico em 1989. Foi um dos primeiros CNEs (certified Novell Engineers) do país em 1992 tendo passado por mais de quarenta testes de certificação tendo sido certificado como Novell (MasterCNE e Master, CNI) Microsoft(MCSE e MCT), Cisco (CCNP, CCDP CCSP). Atualmente é diretor presidente da V.Office Networks onde tem trabalhado principalmente com implantação de VPNs, telefonia IP, gestão de tráfego e gerenciamento de redes. Recebeu os seguintes prêmios Novell Best Project 1997, Destaque em Informática e Telecomunicações, Sucesu-SC 2003.
A V.Office fundada em 1996 atua em soluções de redes e telecomunicações. No seu site www.voffice.com.br você poderá encontrar mais detalhes sobre a empresa.
Informações de contato
e-mail: flaviogoncalves@msn.com
1.3 Categorias Funcionais das Camadas
Camada Data Link ou Enlace de Dados
2 - Operação Básica do Roteador Cisco
Interface do usuário do roteador
2 .2 Conectando à um roteador Cisco
LAB 2.1 – Configuração do Roteador
Prompts da interface de linha de comando do IOS
Comandos de configuração das Linhas
Comandos de configuração do protocolo de roteamento
2.4 Configuração das senhas do roteador
2.5 Navegando pela interface do usuário
2.6 Utilizando a documentação On-Line ou em CD da Cisco
2.8 Levantando e desativando uma interface.
2.9 Vendo e salvando as configurações
Lab 2.2 Logando no Roteador e Obtendo Help
Lab 2.3 Salvando a configuração do Roteador
Lab 2.4 Configurando as senhas
Lab 2.5 Configurando o Hostname, Descrições e Endereço do Host
3 - Configuração e gerenciamento
Vendo detalhes dos outros equipamentos
Verificando o tráfego gerado com o CDP
Sumário das características do CDP
3.3 Comandos de Resolução de Problemas na Rede
Dica 1 – Se você sabe o nome do host, mas não sabe o endereço IP
Dica 3 – Se livrando do Translating .....
Dica 4 – Abrindo e fechando múltiplas sessões
3.7 Configurações de Inicialização e de Execução (Startup e Running)
Salvando a configuração de um roteador para um servidor TFTP
Restaurando uma configuração de um roteador de um servidor TFTP
Salvando o IOS para um servidor TFTP
Restaurando o IOS ou fazendo um Upgrade
LAB 3.1 Recuperando a senha perdida de um roteador
LAB 3.2 Backup e Restore do IOS e da Configuração
Operação em Full-Duplex e Half-Duplex
4.5 Quadros de uma rede LAN (Framing)
Campo tipo de protocolo nos cabeçalhos de LAN.
4.6 Recursos e benefícios do Fast Ethernet e Gigabit Ethernet
Recomendações e limitações de distância do Fast Ethernet
Especificações do Gigabit Ethernet em Fibra (Cisco)
Gigabit Ethernet em par trançado
4.8 Conceitos de Bridging e Switching e Spanning Tree
Características do comportamento de uma bridge transparente:
Exemplo de Domínio de Colisão:
Exemplo de Domínio de Broadcast:
4.11 Problemas de congestionamento em redes locais
5-3 Modelo Hierárquico da CISCO
A Camada de Distribuição (Distribution Layer)
A Camada de Acesso (Access Layer)
5.4 Dificuldades enfrentadas em redes com Switches
5.5 O Protocolo Spanning-Tree (STP)
Selecionando a Ponte Raiz (Root Bridge)
Selecionando a Designated Port
6.2 Introdução - O que é uma Virtual LAN
Flexibilidade e Escalabilidade
Técnicas para se colocar membros em uma VLAN
Métodos de Identificação de VLAN
7 – Configurando um Catalyst 1900
7.2 Características do Catalyst 1900
7.4 Configurando Informações IP
7.5 - Configurando as Interfaces no Switch
7.6 Configurando o Modo de Operação de uma Porta
7.7 Verificando a Conectividade IP
Apagando as Configurações do Switch
7.8 Configurando a Tabela de Endereços MAC.
7.9 Gerenciando a Tabela de Endereços MAC.
7.10 Configurando Segurança na Porta
7.11 Mostrando as Informações Básicas do Switch
7.12 Modificando o Método de Switching
7.16 Associando uma porta a VLAN
Limpando uma VLAN de Trunks Links
7.18 Configurando VTP(VLAN Trunking Protocol)
7.19 Backup e Restore do Switch
Laboratório 7.1 Configuração básica do TCP/IP no Switch
Laboratório 7.2 Configurando uma porta do Switch para Half-Duplex para acomodar um HUB.
Laboratório 7.4 Exportando às VLANs com VTP.
Laboratório 7.6 Agora que o Trunk e o VTP estão configurados, configure as VLANs no switch 1900B.
Lab 7.7 Colocando o roteador para rotear as VLANs
8 - Visão Geral dos Roteadores Cisco
8.2 Características dos Roteadores
8.4 Selecionando um roteador Cisco
9.3 Protocolos de roteamento dinâmico
9.4 Protocolos de roteamento por vetor de distância
9.5 Roteamento Dinâmico com RIP
9.6 Comandos usados para a configuração do RIP
Exemplo de configuração do RIP versão 2
9.10 Roteamento Dinâmico com IGRP
Características que dão Estabilidade ao IGRP
10.2 Introdução aos protocolos IPX
10.3 IPX,SPX,SAP,NCP e NetBIOS
11 - Listas de Controle de Acesso
11.3 Intervalos associados as listas de controle de acesso
11.4 Características das Listas de Acesso
11.8 Lista de Acesso Extendida
11.10 Configurando uma interface de Tunnel
Lista de tarefas de configuração de tunel IP
Lab 11.1 Configuração das listas de controle de acesso e tunnel IPIP
12.4 Linhas dedicadas – Comparando HDLC, PPP e LAPB
12.5 Padrões de cabeamento de WAN
LAB 12.1 Configurando e testando uma conexão HDLC
Recursos e terminologia do Frame-Relay
12.7 Endereçamento das DLCIs e Switching de Frame-Relay
12.8 Preocupações com os protocolos da camada 3 no Frame-Relay
Escolha para endereços da camada 3 em interfaces Frame-Relay
12.9 O Frame-Relay em uma rede NBMA
12.10 Configuração do Frame-Relay
Mapeamentos Estáticos em Frame-Relay
12.11 Comandos utilizados na configuração do Frame-Relay
Lab 12.3 - Configurando o Frame-Relay
12.13 ISDN Protocolos e Projeto
Grupos de funções e pontos de referência ISDN
Lab 12.4 Configurando ISDN no simulador
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Capítulo 1 |
Com a introdução das redes, apenas computadores de um mesmo fabricante conseguiam comunicar-se entre si. O modelo de referência OSI (RM-OSI) foi criado pela ISO (International Standards Organization) em 1977 com o objetivo de padronizar internacionalmente a forma com que os fabricantes de software/hardware desenvolvem seus produtos. Seguindo essa padronização, quebraram-se as barreiras envolvidas no processo de comunicação. Desta forma foi possível à interoperabilidade entre os dispositivos de rede